Suas declarações representam uma ameaça direta ao Hamas e aos outros grupos de resistência em Gaza, que hoje ainda estão negociando uma possível saída da crise. Ou seja, representam uma forma de pressioná-los e de influenciar o desenvolvimento das negociações, deixando em aberto a opção militar.
"Eu ordenei o reforço de nossas tropas para que possamos estar preparados para uma grande batalha. Que todos os cidadãos de Israel saibam que se tivermos que começar uma grande batalha, nós a iniciaremos, sendo fortes depois de todas as outras opções estarem esgotadas", disse ele depois de visitar as unidades militares implantadas recentemente no sul do país.
Em 27 de março, as Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram ter interceptado um míssil lançado pelo movimento Hamas que visava o território de Israel.
Na noite de segunda-feira (26), os militares israelenses declararam que registraram o lançamento por militantes palestinos de cerca de 30 mísseis a partir da Faixa de Gaza, respondendo com ataques a dezenas de instalações pertencentes aos militantes.
A maior escalada do conflito começou na segunda-feira, com um foguete lançado de Gaza que atingiu uma casa e deixou sete pessoas feridas.
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